Lentamente caminho
A passos curtos, mas decididos
A passos timidos quase cansados
Esperançosos, desesperados
Caminho em direção incerta
De olhos vendados, mãos atadas
O que me guia é o odor
De um sonho mal cheiroso
A passos longos caminho em direção a vida
Que me engole, me mastiga
Me transforma de menina
Em mulher sedenta de vida
Convido todos para adentrar neste meu UNIVERSO PARALELO, repleto de fantasias reais e realidades encantadas.
Páginas
sábado, novembro 18, 2006
quinta-feira, novembro 02, 2006
Não mais
Não mais dançarei em grandes palcos imaginários
Perdi no tempo meus sapatos
Não mais declamarei versos com tom de fúria
Foi-se embora a rebeldia
Não mais ouvirei Rock'n'Roll na garagem com os amigos
Eles cresceram e foram trabalhar
Não mais escreverei poemas dedicados a amores inexistentes
Meu platonismo passou no tapa
Não mais farei aquele curso dos meus sonhos
Tenho que replanejar meus passos
Não mais visitarei aquela cidade
Criaram raizes os meus pés
Não mais sonharei com flores amarelas
Sei que já não me serão oferecidas
Não mais cantarei alto pra espantar a tristeza
Minha voz tornou-se feia, ninguém há de adimirar meu canto...
Crescer é cumprido, crescer é tão duro que a cada centimetro e ano derrubo uma nova lágrima.
Sei que o que fui um dia não mais serei agora, o mistério está em descobrir em que me transformarei.
Será que nu futuro disante meus cabelos vão estar tão brancos e minha vida tão esquisita que ao me olhar no espelho não verei nada?
Não sei dizer...
Resta-me apenas a esperança de saber que entre tudo que não mias farei uma delas eu me orgulho, não mais verei a Lua sozinha, pois já não sou solitária e sei que no final por mais que a vida me corrompa restará algo de bom: O AMOR, este que me acompanhara mesmo quando eu estiver só.
Que venha a vida com sua foice, quem já enfrentou a morte não tem medo de viver.
Perdi no tempo meus sapatos
Não mais declamarei versos com tom de fúria
Foi-se embora a rebeldia
Não mais ouvirei Rock'n'Roll na garagem com os amigos
Eles cresceram e foram trabalhar
Não mais escreverei poemas dedicados a amores inexistentes
Meu platonismo passou no tapa
Não mais farei aquele curso dos meus sonhos
Tenho que replanejar meus passos
Não mais visitarei aquela cidade
Criaram raizes os meus pés
Não mais sonharei com flores amarelas
Sei que já não me serão oferecidas
Não mais cantarei alto pra espantar a tristeza
Minha voz tornou-se feia, ninguém há de adimirar meu canto...
Crescer é cumprido, crescer é tão duro que a cada centimetro e ano derrubo uma nova lágrima.
Sei que o que fui um dia não mais serei agora, o mistério está em descobrir em que me transformarei.
Será que nu futuro disante meus cabelos vão estar tão brancos e minha vida tão esquisita que ao me olhar no espelho não verei nada?
Não sei dizer...
Resta-me apenas a esperança de saber que entre tudo que não mias farei uma delas eu me orgulho, não mais verei a Lua sozinha, pois já não sou solitária e sei que no final por mais que a vida me corrompa restará algo de bom: O AMOR, este que me acompanhara mesmo quando eu estiver só.
Que venha a vida com sua foice, quem já enfrentou a morte não tem medo de viver.
Apenas Isso
Onde foi parar toda minha poesia?
Tenho andado tão cansada que já não consigo escrever. A idéia me vem na mente, mas logo é abortada assim como tantas coisas em que penso.
Pensar tem sido meu pecado, me vicio intelectual de falsamente não me desligar do meu ideal que é escrever e quem sabe um dia ser lida com interesse por diversos olhos alheios.
Tudo confuso na minha cabeça, com o passar do tempo me vejo inclinada a armazenar forças para tentar ser feliz e fazer feliz as pessoas que amo. Mas ao passo que os dias se passam descubro: como é duro ser mulher.
Dia desses me dei ao luxo de olhar para o céu, estava tão lindo, assim como esteve na noite daquele sarau aos 15 anos, daquele tapa na cara aos 17, das noites solitárias em cima do telhado da casa ouvindo musica na minha mente, na noite daquele beijo inesquecivel e definitivo...
Sabe, creio que estava precisando olhar para o céu, hoje(apesar do mal estar) me atrevi a esccrever e sabem de uma coisa? Aos poucos começo a me sentir bem e volto a flertar com as palavras.
Tenho andado tão cansada que já não consigo escrever. A idéia me vem na mente, mas logo é abortada assim como tantas coisas em que penso.
Pensar tem sido meu pecado, me vicio intelectual de falsamente não me desligar do meu ideal que é escrever e quem sabe um dia ser lida com interesse por diversos olhos alheios.
Tudo confuso na minha cabeça, com o passar do tempo me vejo inclinada a armazenar forças para tentar ser feliz e fazer feliz as pessoas que amo. Mas ao passo que os dias se passam descubro: como é duro ser mulher.
Dia desses me dei ao luxo de olhar para o céu, estava tão lindo, assim como esteve na noite daquele sarau aos 15 anos, daquele tapa na cara aos 17, das noites solitárias em cima do telhado da casa ouvindo musica na minha mente, na noite daquele beijo inesquecivel e definitivo...
Sabe, creio que estava precisando olhar para o céu, hoje(apesar do mal estar) me atrevi a esccrever e sabem de uma coisa? Aos poucos começo a me sentir bem e volto a flertar com as palavras.
sábado, agosto 19, 2006
Tua Mão

Sentir tua mão na minha é saber que o mundo vale a pena, saber que estas ao meu lado me faz uma pessoa melhor, me dá forças, coragem de não temer o novo. Ouvir tua voz, sentir teu cheiro, ganhar teus beijos só me dão mais forças para sorrir sabendo que sou feliz. Ao teu lado eu descobri a graça de viver, por isso é que afirmo: já não vivo sem você
Na foto acima a pessoa a quem dedico estas minhas linhas, meu namorado, companheiro, amigo e sacaneador oficial Philipe Gomes. Com ele nosso filhote, Nicholas.
Nove de Agosto de Dois Mil e Seis

O dia começou diferente, sentia dor mas sorria de alegria. Depois de nove meses de espera era chegada a hora tão esperada, aquela em que pela primeira ves olharia em teus olhos, pela primiera vez lhe beijaria e poderia senti-lo em meus braços.
Tudo tão demorado, as horas pareciam não passar, tensão, nervosismo, meu único ponto de equilibrio era a pessoa que segurava as minhas mãos. Num misto de ansiedade e dor lhe esperavamos, as vezes uma forte vontade de chorar em outras a vontade era de gritar, me calava e segurava a mão amiga, a mão amada que sempre estava ao meu lado.
As 21H50M a forte dor, da minha garganta um grito e com ele um soprode vida brotou de mim, um sopro de vida nosso que nos olhava, as lágrimas, os sorrisos, o beijo foi intenso. Depois de tanta caminhada e desentendimento nos encontramos em um pingo de vida, vida esta tão linda que nos uniu e jamais nos separara.
BEM VINDO AO MUNDO, MEU FILHO NICHOLAS
terça-feira, agosto 01, 2006
Um anjo me Observa

Tão puro e sereno
Tão meigo e pequeno
Esta a me olhar
De um céu infinito
Ouço teu riso
Em doces sonhos que tenho
Sinto o paraiso em meu ventre
E o poder da vida em minhas mãos
Pois sei que em breve este anjo caira em meu braços
Abrira os teus olhos e saberá
Esta é a mãe que estava por lhe esperar.
Tão meigo e pequeno
Esta a me olhar
De um céu infinito
Ouço teu riso
Em doces sonhos que tenho
Sinto o paraiso em meu ventre
E o poder da vida em minhas mãos
Pois sei que em breve este anjo caira em meu braços
Abrira os teus olhos e saberá
Esta é a mãe que estava por lhe esperar.
Dedicado ao meu filho Niccolas
Esta foto foi tirada da internet, assim que meu filho nascer posto uma dele.
A Espera

Espero pelo futuro
Não me entrego mais ao passado
Espero por um pequenino olhar
Já não temo esta pureza
Espero por alguém que me chame
A todo entardecer a tua voz que ouço
Espero a cada anoitecer
Ao meu lado poder lhe ter
Espero...
e de tanto esperar não mais preciso
Tenho tudo o que queria
Tenho você na minha vida
Nossos versos, prosas e poesias
Não me entrego mais ao passado
Espero por um pequenino olhar
Já não temo esta pureza
Espero por alguém que me chame
A todo entardecer a tua voz que ouço
Espero a cada anoitecer
Ao meu lado poder lhe ter
Espero...
e de tanto esperar não mais preciso
Tenho tudo o que queria
Tenho você na minha vida
Nossos versos, prosas e poesias
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